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4 Poemas Entre a Vida e a Morte, escritos por Aslam E. Ramallo

Aslam E. Ramallo é um artífice da palavra cuja poética nos conduzirá ao âmago mais profundo do existir, onde a vida pulsa em sua crueza e a…

Imagem criada e editada por Sahra Melihssa para o Castelo Drácula

Aslam E. Ramallo é um artífice da palavra cuja poética nos conduzirá ao âmago mais profundo do existir, onde a vida pulsa em sua crueza e a morte se impõe como destino inevitável; mesmo assim, ele semeia esperança — um raro brilho nas brumas da decadência. Com cadência exacta, entretece emoção e razão, revelando que a dor pode ser luminosa, e a lucidez, comovedora. Esta seleção reúne quatro de seus poemas mais sublimes, cada verso convidando-te a um mergulho que é, simultaneamente, silêncio e clareira.

Apreciem!
Sahra Melihssa

Poesias
Escrito por Aslam E. Ramallo
LXXXI

Na penumbra, em meio às veredas da existência, | Adentro por rasto de clivias alaranjadas | A primaveril alegria, tão efêmera, | Ecoa o plangor daqueles que partiram. ...

Poesias
Escrito por Aslam E. Ramallo
LXXVI

Na noite de sombras imprescritíveis | Onde os pesares ali regem | O vazio do tempo, a dor sem cura | Na alma perdida entre estrelas, a busca pela expiação de sua agonia ...

Poesias
Escrito por Aslam E. Ramallo
VII

Nestas linhas, abjurações | Vagas promessas | Desapegos à vil existência | Conflituosas as emoções dentro do peito | A frialdade de seu coração ...

Poesias
Escrito por Aslam E. Ramallo
VIII

Espectro insensível | Expressão da corrupção | A visão alucinada do coração | Desvela as minhas emoções | A descoberta de minhas dores | Em meio a artimanhas | Da quimera do coração ...


Escrito por:
Aslam E. Ramallo

Aslam E. Ramallo, renomado autor de "Réquiem para a Poesia" e "Amores Segredos & Poesia", mergulha na essência do Ultrarromantismo e do existencialismo moderno em suas obras literárias. Este prolífico escritor, também destacado professor de história, tece narrativas que transcendem o tempo, imersas na melancolia gótica e na reflexão existencial. Com maestria, Ramallo entrelaça os fios da emoção humana com a complexidade histórica... » leia mais

Seleção por:
Sahra Melihssa

Poeta, Escritora e Sonurista, formada em Psicologia Fenomenológica Existencial e autora dos livros “Sonetos Múrmuros” e “Sete Abismos”. Sahra Melihssa é a Anfitriã do projeto Castelo Drácula e sua literatura é intensa, obscura, sensual e lírica. De estilo clássico, vocábulo ornamental e lapidado, beleza literária lânguida e de essência núrida, a poeta dedica-se à escrita há mais de 20 anos. N’alcova de seu erotismo, explora o frenesi da dor e do prazer, do amor e da melancolia; envolvendo seus leitores em um imersivo, e por vezes sombrio, deleite. No túmulo da sua literatura gótica, a autora entrelaça o terror, horror e mistério com a beleza mélea, o fantástico e o botânico, como em uma valsa mórbida… » leia mais
18ª Edição: Theattro - Revista Castelo Drácula
Esta obra foi publicada e registrada na 18ª Edição da Revista Castelo Drácula, datada de agosto de 2025. Registrada na Câmara Brasileira do Livro, pela Editora Castelo Drácula. © Todos os direitos reservados. » Visite a Edição completa

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4 Poesias DO ÂMAGO de Tiago Serigy

Tiago Serigy é nascido em Aracaju, Sergipe, e carrega uma alma que pulsa em versos desde a infância. Professor de História e estudante de Jornalismo…

Imagem criada e editada por Sahra Melihssa para o Castelo Drácula

Tiago Serigy é nascido em Aracaju, Sergipe, e carrega uma alma que pulsa em versos desde a infância. Professor de História e estudante de Jornalismo, constrói narrativas sensíveis, inspiradas pelos clássicos da literatura brasileira do século XIX, música, cinema e pintura — sempre entrelaçando o banal do cotidiano com o eterno, num tom gótico que transforma o banal em transcendente.

Dono de mais de cem sonetos, prosa poética, contos eróticos e crônicas, ele se nutre de influências românticas (Álvares de Azevedo, Cruz e Sousa), simbolistas (Augusto dos Anjos), e contemporâneos ousados como Hilda Hilst e Ana Cristina César. Sua arte vibra entre a brevidade da existência e o desejo de eternizar cada chama da vida.

Selecionei aqui, quatro poesias que chamei de DO ÂMAGO, por serem essencialmente existênciais, nascidas do cerne mais profundo e, portanto, capaz de atravessar a tez e encontrar a alma do leitor.

Em “Naufrágio”, o poema abre como um mar revolto: turbulência de alma e espuma que se faz medo. Transporta o leitor ao interior do caos, onde o abismo se revela cenário íntimo de enfrentamento. É uma composição que ecoa a luta entre a superfície segura e o fundo desconhecido.

Em “À Crusoé”, evocando Robinson Crusoé, Tiago reflecte sobre identidade e isolamento. O eu-lírico confronta-se como um náufrago de si mesmo, erguendo uma ilha interna — metáfora do autoencontro e da invenção de si.

Em “Noites”, um mergulho noturno no âmago da solidão e do desejo. A escuridão se abre em janelas da alma, onde pensamentos flutuam entre a memórias e o silêncio. Um caminhar pelo breu da existência, buscando luz em seus próprios recantos.

Em “Transcende”, fechando o ciclo, este poema sugere uma elevação do espírito. Transcender é romper as amarras da carne e do tempo. O verso ascende, convidando o leitor a buscar a eternidade na simplicidade: um sopro de vida e palavras que erguem o eu para além do corpo.

Escrito por Tiago Serigy
Naufrágio

A mais caudalosa turbulência, | a rebeldia que transportava espumas | para o colo do barco, | fazia surgir o medo constante | de conhecer o fundo escuro do oceano...

Escrito por Tiago Serigy
À Crusoé

A cara não é feia nem bonita sem saber o que é feio e belo | Como Crusoé na ilha tentando fazer-se a si | Um personagem fictício como os outros | Pois em si somente o vazio...

Escrito por Tiago Serigy
Noites

Todas as noites aparece | Vem em formas visíveis tais | Que de lado a outro do globo | Se observa inteira | Ora se esconde na intimidade dos olhos, se banha...

Escrito por Tiago Serigy
Transcende

Quero ser parte da relva | Desconhecido pela brisa que passa | Ser parte do mar e navegar profundo | Constante como o vento de todas as estações | Aquele que roda o mundo...


Escrito por:
Tiago Serigy

Tiago Serigy é amante de filmes, pinturas e desenhos, músicas, além das letras, tem escrito sonetos (mais de 100), prosa poética e versos livres ao longo de mais de uma década, também tem um compilado de contos eróticos e crônicas. Uma fonte que jorra palavras para reinterpretar a brevidade da vida na tentativa de “não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinita enquanto dure”. É uma pessoa... » leia mais

Seleção por:
Sahra Melihssa

Poeta, Escritora e Sonurista, formada em Psicologia Fenomenológica Existencial e autora dos livros “Sonetos Múrmuros” e “Sete Abismos”. Sahra Melihssa é a Anfitriã do projeto Castelo Drácula e sua literatura é intensa, obscura, sensual e lírica. De estilo clássico, vocábulo ornamental e lapidado, beleza literária lânguida e de essência núrida, a poeta dedica-se à escrita há mais de 20 anos. N’alcova de seu erotismo, explora o frenesi da dor e do prazer, do amor e da melancolia; envolvendo seus leitores em um imersivo, e por vezes sombrio, deleite. No túmulo da sua literatura gótica, a autora entrelaça o terror, horror e mistério com a beleza mélea, o fantástico e o botânico, como em uma valsa mórbida… » leia mais
17ª Edição: Dívanno - Revista Castelo Drácula
Esta obra foi publicada e registrada na 17ª Edição da Revista Castelo Drácula, datada de junho de 2025. Registrada na Câmara Brasileira do Livro, pela Editora Castelo Drácula. © Todos os direitos reservados. » Visite a Edição completa.

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4 Poesias Ultrarromânticas de Wallace Azambuja

Nesta edição, tenho o prazer de apresentar uma seleção de quatro poemas de Wallace Azambuja, um poeta cuja versatilidade transcende…

Imagem criada e editada por Sahra Melihssa para o Castelo Drácula

Nesta edição, tenho o prazer de apresentar uma seleção de quatro poemas de Wallace Azambuja, um poeta cuja versatilidade transcende os limites do amor e do sombrio, entrelaçando-os em versos que ecoam as profundezas do espírito humano.

Wallace, residente em Porto Alegre e estudante de Letras na UFRGS, é um apaixonado por sonetos, formato que domina com maestria. Sua produção literária atual está voltada à escrita deste clássico formato poético, onde expressa suas experiências e sensações pessoais com uma sinceridade desnudada.

Em Entropia, o poeta nos conduz por um universo onde as marcas deixadas por um amor perdido são tão irremovíveis quanto a dor que persiste. A entropia, símbolo do caos e da desordem, reflete o estado emocional do eu lírico, que, diante da impossibilidade de apagar as lembranças, opta por não mais insistir em lutar por um amor que se tornou inalcançável.

Imagemxuberante é um poema que exalta a beleza de uma imagem vívida, mesmo que em preto e branco. A exuberância das cores é substituída pela intensidade das emoções, demonstrando a capacidade do poeta de encontrar beleza e profundidade mesmo nas nuances mais sombrias da existência.

No Soneto da possibilidade, Wallace explora as incertezas e os anseios de um amor que poderia ter sido, mas que se perdeu nas encruzilhadas da vida. A possibilidade de um relacionamento pleno é contraposta à realidade da separação, e o poeta questiona se apenas um dos dois errou ao seguir caminhos distintos.

Por fim, Sinais é um poema que retrata a presença inextinguível de um amor passado, cujos vestígios permanecem gravados na pele e na memória do eu lírico. A luz de fim de tarde em triste inverno simboliza a melancolia e a saudade que permeiam a existência após a partida do ser amado.

Wallace Azambuja é um poeta que, com sua escrita intensa e poética, nos convida a mergulhar nos recantos mais profundos da existência, explorando o amor em suas formas mais obscuras e sublimes. Sua presença nesta edição é um convite para que os leitores se deixem envolver por suas narrativas densas e provocativas, onde o amor e o sombrio são sempre amantes.

Soneto de Wallace Azambuja
Soneto da possibilidade

Tivéssemos mantido uma amizade, | Um algo a mais que um ínfimo contato… | Possivelmente além de aproximados, | Bem mais…

Soneto de Wallace Azambuja
Imagemxuberante

Mais uma foto que meu peito agita… | E tudo o que fazia, agora, estanco. | Imagemxuberante, tão bonita… | De cores vivas (mesmo em preto e branco)…

Soneto de Wallace Azambuja
Sinais

Qual luz de fim de tarde em triste inverno | (Deixando escuro e frio o alvor de outrora), | Assim vi teus vestígios indo embora | Pra longe e aquecendo…

Poesia de Wallace Azambuja
Entropia

Todas profundas marcas que deixaste em mim | São tão irremovíveis quanto a dor que sinto… | Por isso, em lutar por ti eu não mais insisto…


Sobreo autor:
Wallace Azambuja

Wallace Azambuja vive em Porto Alegre e estuda Letras na UFRGS. Sua paixão por sonetos é intensa e sua maior produção literária atual está voltada à escrita deste clássico formato poético. Atraído pelo mistério e profundidade da Literatura Gótica, o autor participou do Desafio Sombrio 2023, onde mostrou seu talento para o estilo obscuro e, também... » leia mais

Seleção por:
Sahra Melihssa

Poeta, Escritora e Sonurista, formada em Psicologia Fenomenológica Existencial e autora dos livros “Sonetos Múrmuros” e “Sete Abismos”. Sahra Melihssa é a Anfitriã do projeto Castelo Drácula e sua literatura é intensa, obscura, sensual e lírica. De estilo clássico, vocábulo ornamental e lapidado, beleza literária lânguida e de essência núrida, a poeta dedica-se à escrita há mais de 20 anos. N’alcova de seu erotismo, explora o frenesi da dor e do prazer, do amor e da melancolia; envolvendo seus leitores em um imersivo, e por vezes sombrio, deleite. No túmulo da sua literatura gótica, a autora entrelaça o terror, horror e mistério com a beleza mélea, o fantástico e o botânico, como em uma valsa mórbida… » leia mais
16ª Edição: Soramithia - Revista Castelo Drácula
Esta obra foi publicada e registrada na 16ª Edição da Revista Castelo Drácula, datada de maio de 2025. Registrada na Câmara Brasileira do Livro, pela Editora Castelo Drácula. © Todos os direitos reservados. » Visite a Edição completa.

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4 Narrativas Envolventes de Pablo Henrique

É inegável que, ao debruçar-se sobre as letras do ilustre autor Pablo Henrique, o leitor se vê enredado em uma tapeçaria primorosamente urdida…

Imagem do autor, editada.

É inegável que, ao debruçar-se sobre as letras do ilustre autor Pablo Henrique, o leitor se vê enredado em uma tapeçaria primorosamente urdida, onde a narração, de finíssima textura, entrelaça-se com a profundidade do pensamento e a magnetizante essência de sua personagem. Quanto mais se avança por suas publicações, mais se anseia embriagar-se em suas palavras, mais se deseja percorrer o caminho meticulosamente traçado por sua pena inspirada. Do prólogo ao epílogo, sua intensidade revela-se inequívoca, como um artífice que maneja o cinzel com exímia destreza, esculpindo a alma do leitor com cada frase.

Em sua jornada pelas augustas galerias do Castelo Drácula, Pablo Henrique tem desvelado, pouco a pouco, sua maestria na arte da escrita, dominando com galhardia as emoções e dando forma concreta às mais etéreas ideias.

Eis aqui as Crônicas que foram cuidadosamente selecionadas para vosso deleite, pois nelas me vi, eu próprio, cativo e absorto, como quem se perde em um jardim de delícias literárias. Este post é-vos dedicado, para que possais, inevitavelmente, encontrar-vos enlaçados nas apaixonantes narrativas de nosso estimado autor. Que o deleite que me assaltou ao lê-las vos alcance com igual intensidade, pois cada linha aqui presente foi urdida com engenho e arte, digna de apreço e admiração.

Um Forte Amplexo Obscuro
Aslam E. Ramallo

15ª Edição: Aesttera - Revista Castelo Drácula
Esta obra foi publicada e registrada na 15ª Edição da Revista Castelo Drácula, datada de abril de 2025. Registrada na Câmara Brasileira do Livro, pela Editora Castelo Drácula. © Todos os direitos reservados. » Visite a Edição completa.

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4 Contos Viscerais de Aryane Braun

Os contos de Aryane Braun são um convite à imersão no mais visceral da mente humana. Entre mortes macabras e coleções bizarras, a autora conduz…

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Os contos de Aryane Braun são um convite à imersão no mais visceral da mente humana. Entre mortes macabras e coleções bizarras, a autora conduz o leitor por um horror pungente, transmitindo com maestria a sensação de tormento e inquietação. Para aqueles que apreciam um terror intenso e, acima de tudo, bem escrito, Aryane entrega narrativas que, além de provocar o estômago e a mente, instigam reflexões profundas sem jamais comprometer a qualidade literária.

Neste post, selecionei quatro de seus contos mais impactantes — histórias que vão te deixar tonto, surpreso e, talvez, até enojado. Mas, sem dúvida, será uma experiência inesquecível. Leio e recomendo Aryane Braun. Venha mergulhar nessas vísceras!

Boa leitura!
Com apreço sombrio,
A Anfitriã:
Sahra Melihssa

Clique na imagem para acessar o texto.

Seleção publicada na Edição 14 da Revista Castelo Drácula. Datado de março de 2025. → Ler edição completa

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5 Poemas Existenciais do Poeta Cláudio Borba

A poesia de Cláudio Borba é um convite ao abismo das reflexões mais profundas…

Imagem criada e editada por Sara Melissa de Azevedo para o Castelo Drácula

A poesia de Cláudio Borba é um convite ao abismo das reflexões mais profundas. Com versos que transitam entre o efêmero e o eterno, ele tece palavras como quem molda sombras e luzes, explorando os labirintos da existência e os mistérios que nos habitam. Membro do Castelo Drácula, Cláudio imprime em sua obra um lirismo intenso, questionador, muitas vezes melancólico, mas sempre enraizado na busca pelo sentido – ou pela aceitação do sem sentido. Seus poemas evocam aquele silêncio raro que ecoa dentro de nós após leituras que deixam marcas, ressoando inquietações ancestrais.

Neste post, selecionei cinco de seus poemas mais existenciais, aqueles que nos fazem contemplar a fugacidade do tempo, os paradoxos da vida e as sombras que nos rondam. Mergulhe na poética de Cláudio Borba e permita-se ser atravessado por sua visão única do mundo.

Boa leitura!
Com apreço sombrio,
A Anfitriã:
Sara Melissa de Azevedo

Seleção publicada na Edição 13 da Revista Castelo Drácula. Datado de fevereiro de 2025. → Ler edição completa

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