Imagem criada e editada por Sahra Melihssa, para o Castelo Drácula

Qual luz de fim de tarde em triste inverno
(Deixando escuro e frio o alvor de outrora),
Assim vi teus vestígios indo embora
Pra longe e aquecendo um corpo inverso…

Abrir num quarto alheio o riso interno
De quem os teus calores sente e toca…
Assim vi teus vestígios… Nessas horas
Tão claro vi, distante e manifesto

Quão forte a região com tuas marcas,
Depois de ser por ti ela tocada,
Envolve-se de ardor, lembrança e afeto…

Um rastro de presença inextinguível,
Constante como o tempo e jamais findo
Na pele de quem teve-o por perto…

Texto publicado na Edição 14 da Revista Castelo Drácula. Datado de fevereiro de 2025. → Ler edição completa

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