Simbologia de uma torre imponente

Imagem criada e editada por Sahra Melihssa, para o Castelo Drácula

Definha’s estruturas obra inacabada
Abalada em si pela agonia
Bela torre bradava ao céu alada
Babel em momento de alegria

Faz sempre nos passos dos gigantes
O vínculo mágico da apatia
Facínoras! Amores tão fluentes
Os quais escarram minh’agonia

Um poroso monstro nasceu triste
Por alusão a grandeza da torre
Fatigado em preâmbulos morre

Escondendo-se à agonia desiste
De ser obra onipotente, orgulhosa
A tempestade derruba, ela escorre. 

Texto publicado na Edição 14 da Revista Castelo Drácula. Datado de fevereiro de 2025. → Ler edição completa

Leia mais em “Poesias”:

Anterior
Anterior

Pergaminhos esfumaçados

Próximo
Próximo

Vërmanen — série 1, nº 1, modelo 1, Sciehn— Manual de Instruções