Imagemxuberante
Mais uma foto que meu peito agita… | E tudo o que fazia, agora, estanco. | Imagemxuberante, tão bonita… | De cores vivas (mesmo em preto e branco)…
Imagem criada e editada por Sahra Melihssa para o Castelo Drácula
Mais uma foto que meu peito agita…
E tudo o que fazia, agora, estanco.
Imagemxuberante, tão bonita…
De cores vivas (mesmo em preto e branco).
Enquanto a inspiração me solicita,
Somente um movimento estou pensando:
Tentar aqui deixá-la por escrita,
Gravar o que a beleza está causando…
Um jeito de externar o que me gera…
Pior seriam minhas provações,
Não fosse o exercício de escrever…
Pois o que mais me custa é toda a espera…
Que sejam muitos anos, estações,
Outonos necessários pra te ver…
Wallace Azambuja
Wallace Azambuja vive em Porto Alegre e estuda Letras na UFRGS. Sua paixão por sonetos é intensa e sua maior produção literária atual está voltada à escrita deste clássico formato poético. Atraído pelo mistério e profundidade da Literatura Gótica, o autor participou do Desafio Sombrio 2023, onde mostrou seu talento para o estilo obscuro e, também... » leia mais
15ª Edição: Aesttera - Revista Castelo Drácula
Esta obra foi publicada e registrada na 15ª Edição da Revista Castelo Drácula, datada de abril de 2025. Registrada na Câmara Brasileira do Livro, pela Editora Castelo Drácula. © Todos os direitos reservados. » Visite a Edição completa.
Sinais
Qual luz de fim de tarde em triste inverno | (Deixando escuro e frio o alvor de outrora), | Assim vi teus vestígios indo embora | Pra longe e aquecendo um corpo inverso…
Imagem criada e editada por Sahra Melihssa, para o Castelo Drácula
Qual luz de fim de tarde em triste inverno
(Deixando escuro e frio o alvor de outrora),
Assim vi teus vestígios indo embora
Pra longe e aquecendo um corpo inverso…
Abrir num quarto alheio o riso interno
De quem os teus calores sente e toca…
Assim vi teus vestígios… Nessas horas
Tão claro vi, distante e manifesto
Quão forte a região com tuas marcas,
Depois de ser por ti ela tocada,
Envolve-se de ardor, lembrança e afeto…
Um rastro de presença inextinguível,
Constante como o tempo e jamais findo
Na pele de quem teve-o por perto…