Michele Valle

Michele Valle nasceu em 1986, em Juiz de Fora (MG). Pesquisadora, taurina, apaixonada pela natureza e pela vida, formou-se em Fisioterapia com especialização em terapia intensiva, cardiorrespiratória e cuidados paliativos. É vice-presidente da LEIAJF - Liga de escritores, ilustradores e autores de sua cidade. Atualmente tem diversos contos publicados em Antologias no Brasil e na Europa. Sua primeira antologia como organizadora foi "Aconteceu naquele inverno", publicada na Amazon em 2020. Seu amor pela leitura foi o maior incentivo para o início de sua jornada como escritora.

 
 

Entrevista

Onde você vive e onde nasceu?

Sou de Juiz de Fora-MG e resido nesta cidade desde que nasci.

Quais as formações que compõe o seu conhecimento?

Sou fisioterapeuta e tenho especialização em Fisioterapia cardiorrespiratória e cuidados paliativos.

O que te atrai na Literatura Sombria?

A literatura sombria me atrai desde criança, sou muito fã dos clássicos do terror/horror. Mas posso dizer que uma das coisas que mais me fascina é a ambientalização. A forma como o medo se constrói nos personagens e aos poucos molda suas características é fascinante.

Como foi seu processo de vínculo com a Escrita?

Iniciei bem novinha, gostava de sentar na sala com minha mãe para assistir os clássicos do terror no antigo programa de TV "Zé do Caixão". E um fato interessante é que quando eu não gostava do final reescrevia e deixava com minha mãe para que ela pudesse ler. Acredito que foram estes momentos que me iniciaram na escrita, principalmente na construção literária do gênero suspense e terror 

Quais são seus projetos literários?

Sou vice-presidente da LEIAJF - LIGA DE ESCRITORES, ILUSTRADORES E AUTORES DE JF, aqui realizo workshops com vários autores que desejam iniciar no gênero suspense e terror. Sou palestrante, antologista e participo aqui na minha cidade de vários grupos literários.

Quais outras artes você cria?

Também amo escrever poemas e no hospital onde trabalho tenho dois projetos literários, um é o CTI LITERÁRIO onde leio e conto histórias para os pacientes que estão internados no CTI. O outro é o projeto ESCRITA AFETIVA onde estímulo os pacientes e seus familiares a escrever como uma forma terapêutica para alívio do sofrimento existêncial.

Quais artistas (músicos, escritores, poetas, pintores, etc.) te inspiram?

Minhas maiores inspirações são: Agatha Christie, Edgar Allan Poe, Lovecraft, Harlan Coben, Stephen King, Anne Rice, Bram Stoker, André Vianco.

Recomende 3 obras suas para uma pessoa que não conhece a sua arte.

Escrevi para três antologias que foram um grande sucesso: O mal nunca morre, Halloween, Vampiros. Ambas desenvolvem o gênero gótico com maestria. E ainda conta com autores espetaculares.

Qual sua opinião sobre a Literatura em seu país?

Recentemente participei de um workshop onde uma tradutora falava sobre a importância da literatura e dos escritores e, de como precisamos mostrar o quanto o nosso país é rico em autores do gênero suspense, terror e horror. O quanto precisamos valorizar o nosso trabalho e o quanto é importante nós autores também valorizamos o nosso país e a nossa cultura para criação de nossas histórias.

Você usa referências do seu país em suas obras? Como costuma fazer isso?

Sempre utilizo o nosso país como referência para minha escrita. Temos cultura, pessoas e paisagens que merecem ser destacadas.

Conte-nos qual é o estilo das suas obras?

Gosto do gótico, me inspiro muito em Edgar Allan Poe acho o estilo da escrita de Poe fantástica. A forma como ele descreve o ambiente é algo que me inspiro para escrever.

Você tem outras informações relevantes que gostaria de compartilhar com as pessoas que ainda não conhecem sua Literatura?

Sou simplesmente apaixonada por vampiros e tenho uma queda por lobisomens também rsrsrs; nesse mundo gótico são os personagens que mais me inspiram para criar meus contos.

 
 
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