Sophia Kaiser
S. Kaiser é escritora de ficção gótica contemporânea, fascinada por vampiros que parasitam o cérebro humano em forma de culpa e desejo. Sempre escreveu sobre ferida que grita antes que a palavra a decifre, geralmente na perspectiva do monstro rejeitado, tentando seu máximo para não romantizá-lo na vida real.
Fortemente influenciada pela melancolia de Louis em “Entrevista com o Vampiro”, pela narração visceral de “Império do Vampiro” e pela complexidade psicológica de Dostoiévski e Clarice Lispector. Dedica grande parte de seus dias para estudos literários e produção textual, buscando aprimorar sua escrita gótica e o modo como encaramos o medo.
Sua aparência já foi comparada de Lestat a Simone Simons; seu temperamento, para quem acredita, é de canceriana com ascendente em peixes; para quem não acredita, é um oceano melancólico com boias coléricas. ENFP de acordo com o teste junguiano.
Cantora em uma banda de rock alternativo. Grande fã de metal sinfônico.
Atualmente, revisita sua obra para relançamento na Amazon.
Entrevista
Nasci em Juiz-de-Fora, Minas Gerais. Vivo numa cidade do interior do Rio de Janeiro.
Muitas produções textuais desde a infância. Cursos como Escrita de Terror por Maria Fernanda Ampuero, Magia do Verbo, Escrita Criativa, Masterpiece etc. Atualmente estudando sobre marketing em redes sociais.
O fascínio hipnotizante que nos impede de recuar quando somos testemunhas do grotesco.
Muito natural. Desde que aprendi a escrever, crio histórias. Originalmente, gostava de compor muitos poemas, devido à motivação de uma professora de literatura. Escrevia sobre o que aprendia nas aulas de História, e mais tarde comecei a escrever ficção inspirada em figuras cotidianas de que gostava, como Louis de Entrevista, a banda Kreator e a cantora Taylor Momsen.
Contos isolados que serão publicados somente no Castelo e um livro em edição para relançamento na Amazon chamado Vinho Proibido.
Em termos artísticos, sou cantora numa banda de rock. Já atuei como fotógrafa (se incluir como um novo tipo de arte moderna) e ainda faço edições bem esporádicas em imagens como de designer para feeds infinitos de Instagram. Desenho, também, mas só como hobby.
Jay Kristoff, Dostoiévski, Clarice Lispector, Anne Rice. Em termos musicais: Ghost, Blind Guardian, Kreator, Nightwish, Beast in Black, Heavenly e a vocalista do Arch Enemy, Alissa White-Gluz.
Vinho Proibido, que está em processo de edição; capítulo zero disponível no Wattpad!
Um movimento que atua como uma resistência às grandes ondas de conformidade com a alienação digital. Um exercício que ajuda tanto os autores quanto os leitores a continuarem desenvolvendo habilidades criativas e cognitivas, e que precisa ser levada a sério para ontem. Isso porque temos muitas obras clássicas riquíssimas e devemos continuar instigando a análise crítica junto com o desejo dos leitores.
Uso lugares como sertão do Nordeste para retratar cenários fictícios. Me inspiro na escrita mais pomposa e antiga de autores brasileiros para conferir autoridade aos meus vampiros centenários. Uso contextos como depressão e autoconhecimento, explorados em muitas obras modernas, para legitimar a profundidade dos temas góticos que escrevo.
Gótico adulto sensorial, enxuto e poético, centrado na introspecção melancólica. Atmosfera densa, crua. Em certas obras, como as que serão exclusivamente publicadas no Castelo Drácula, também há o erotismo muito presente.
Minhas obras retratam meu redescobrimento como autora!
Foi aprovado pela Comissão das Trevas do Castelo Drácula.